Israel deveria ter libertado prisioneiros no último fim de semana, após o Hamas devolver reféns do ataque de 7 de outubro. Contudo, a libertação foi adiada devido ao tratamento dado aos cativos, que foram expostos em público. Um oficial do Hamas alertou que esse atraso pode ameaçar o cessar-fogo em vigor. O Presidente israelita pediu desculpas ao ex-refém Oded Lifshitz durante o seu funeral, lamentando a falta de resgate e prometendo trabalhar pela libertação dos restantes 63 reféns.
A situação continua tensa, com o atraso na libertação a gerar receios sobre a continuidade do cessar-fogo. O compromisso do Presidente Herzog em resgatar os reféns revela a pressão que enfrenta, mas também a fragilidade da atual trégua entre as partes. A dinâmica entre Israel e Hamas permanece complexa, e as promessas de libertação precisam ser seguidas de ações concretas para evitar um novo surto de violência.