Fernando Pinto, ex-CEO da TAP, afirmou que a participação no negócio de manutenção no Brasil foi positiva, mas teria escolhido outro caminho para evitar custos altos. A auditoria da Inspeção-Geral de Finanças critica a falta de racionalidade económica na decisão, prevendo perdas de 906 milhões de euros. Pinto recorda que a manutenção era vista como um bom investimento, mas as crises subsequentes complicaram a situação. Tentativas de venda da VEM não tiveram sucesso, e encerrar a operação foi considerado demasiado arriscado.
Apesar das dificuldades, a manutenção no Brasil contribuiu para o crescimento da TAP. O ex-acionista David Neeleman é reconhecido por abrir o mercado americano à companhia.