Filomena Oliveira defende agricultura local e critica corrupção em Angola

Filomena Oliveira, vice-presidente da AAPCIL, elogia a proibição do Governo angolano de importar miudezas a partir de 15 de março. Ela apela à população para voltar aos campos e cultivar produtos locais, argumentando que não se pode depender de importações. A empresária critica o desperdício de divisas em produtos que nem são consumidos nos países de origem. Além disso, aborda a corrupção na Administração Geral Tributária, onde altos funcionários foram detidos por desvio de 7 mil milhões de kwanzas.

Oliveira acredita que a mentalidade de pobreza deve ser ultrapassada e que os angolanos devem focar em soluções que promovam a dignidade e o desenvolvimento agrícola do país. Ela defende que a educação e ética nas famílias são fundamentais para combater a corrupção e a falta de trabalho na juventude.