Um novo estudo publicado na revista Neurology indica que exames de sangue podem ser a chave para diagnosticar a esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença neurológica degenerativa. A pesquisa analisou 139 pacientes com ELA e 70 sem a doença, focando em três biomarcadores: neurofilamento, proteínas ácidas gliais e tau 181 fosforilada. Os resultados mostraram que o neurofilamento identificou corretamente mais de 80% dos casos de ELA, enquanto os outros biomarcadores tiveram uma precisão inferior a 50%.
Sylvain Lehmann, um dos autores do estudo, ressalta que, embora sejam necessárias mais investigações, obter informações precisas sobre o prognóstico da ELA é crucial para pacientes, famílias e profissionais de saúde. Compreender melhor esta doença pode ajudar no tratamento e no suporte às pessoas afetadas.