Fnam critica aumento de horas extras e falta de médicos no SNS

A presidente da Fnam, Joana Bordalo e Sá, criticou o aumento das horas extraordinárias e a contratação de prestadores de serviço no SNS, que em 2024 alcançou quase 231 milhões de euros. Segundo ela, isto reflete a incompetência do Ministério da Saúde. Bordalo e Sá defende que o SNS deve funcionar com equipas completas e motivadas, alertando para os baixos salários dos profissionais de saúde em Portugal. A dirigente também mencionou a necessidade de soluções políticas para a situação, que afeta a qualidade dos serviços prestados.

As constantes demissões em conselhos de administração da saúde, sem critérios técnicos, estão a prejudicar tanto os utentes quanto os profissionais. A falta de médicos e a má gestão dos recursos são preocupantes, especialmente em regiões como Chaves, onde a urgência pediátrica é limitada. É vital que as autoridades tomem medidas eficazes para atrair mais profissionais e melhorar as condições de trabalho no SNS.