O primeiro-ministro, Luís Montenegro, está no centro de uma controvérsia após o grupo Solverde ter revelado que paga à Spinumviva, empresa da sua família, uma avença mensal de 4.500 euros desde julho de 2021. A situação foi divulgada pelo jornal Expresso, gerando reações de vários políticos, que pedem explicações e até a demissão de Montenegro. O líder do Chega, André Ventura, foi um dos primeiros a exigir uma moção de confiança ou a saída do primeiro-ministro.
A situação levanta questões sobre a ética na política e a transparência nas relações entre governantes e empresas. A preocupação com a promiscuidade entre o poder político e o económico é evidente, com vários deputados a exigirem esclarecimentos sobre os serviços prestados pela Spinumviva. A intervenção da Procuradoria-Geral da República também foi sugerida, evidenciando a gravidade da situação.